Religião é "bicho" complicado mesmo ne? Desde os primórdio o homem tenta dar uma razão a sua vida, ele via as forças da natureza e achava que tinha um ser que ele não podia ver e que ordenava a chuva, o sol, as tormentas e etc...
Com o advento da modernidade e o avanço da ciência o homem deixou o "se Deus quiser da Idade Média" e passou a buscar respostas simples para muitas de suas angústias!!
Pois bem, com as mudanças sociais e principalmente da mentalidade do homem, este passou a responder mais as questões do dia a dia se recorrer as divindades, e com o tempo as divindades foram um pouco esquecidas.
Hoje em dia já é grande o número de ateístas no mundo, que assim como eu, não somos as pessoas que muitos pensam, "satânicas", afinal, o satanismo também é um espécie de crença.
Eu mesma já mudei bastante minhas crenças, meus valores ao longo desses meus 25 anos, mas quem não muda não é verdade, pois como diz o grande poeta, filósofo e cantor Raul Seixas: "Eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo". Se você não for capaz de pensar por si, de se questionar, tentar saber o que você é, o que está fazendo por você mesmo.
Desilusões e dores todos nós temos, a vida nos põem as suas provas diversas vezes, agora cabe a você esquecer essas dores como um covarde ou enfrentá-las. Lembra do filme "Quando Nietzsche chorou"? a pergunta que ele faz ao Dr. Breuer? é mais ou menos assim: "Se você tivesse a oportunidade de reviver toda a sua vida novamente, você reviveria? Independente da sua resposta comece a repensar se sua vida até agora valeu apena sem se importar com a ideia de pecado que as religiosidades tentaram impor. Nós não nascemos para viver presos, nascemos para "voar", nossas asas é a nossa imaginação, o poder que temos que fazer por nós mesmos o que ninguém jamais fará.
Só o que eu quero é uma oportunidade de ser feliz sem me preocupar com o que virá depois que eu não mais viver, a morte é algo certo e essa ausência de vida que por vezes me apavora me faz querer aproveitar o fio de humanidade, do que é demasiadamente humano em mim!


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